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11/11/2013: Inaugurada na Zâmbia primeira Casa de Angola em África

Inaugurada na Zâmbia primeira Casa de Angola em Ãfrica

Lusaka - As actividades para a celebração do 38º aniversário da Independência de Angola registaram, sexta-feira, a inauguração da Casa da Cultura de Angola na Zâmbia, a primeira do género em África.

Na inauguração, o secretário de Estado da Cultura, Cornélio Calei, manifestou o desejo de que a casa inaugurada não seja apenas um local de encontro dos angolanos, pois se pretende que se "transforme, acima de tudo, num espaço de afirmação do génio criador africano".

Para si, na Casa da Cultura de Angola "poderemos exibir a nossa expressão de ser e de estar através de diversas manifestações e actividades ligadas ao campo das artes, da cultura, da literatura, da história, da ciência e até da técnica, em intercâmbio salutar com a cultura zambiana e com a dos outros países desta região”.

Depois de fazer recurso a factos históricos ligados à conquista da independência, a entidade angolana considerou que a inauguração da Casa da Cultura de Angola em Lusaka “é um acto histórico que nos conduz a lembrar e a honrar os combatentes comuns da luta de libertação nacional, cujos túmulos estão espalhados nos territórios dos dois países…”

Exaltou os laços de fraternidade entre os povos angolano e zambiano, que constituiram a base cultural de entreajuda dos dois povos para a luta de libertação nacional de Angola” - destacou o Secretário de Estado da Cultura.

Por seu turno, a embaixadora de Angola na Zâmbia, Balbina da Silva, na qualidade de anfitriã, disse aos diplomatas, aos membros do governo zambiano e a outros convidados que a Casa da Cultura de Angola na Zâmbia, “ mais do que um acto simbólico será a afirmação de uma nova era para a cultura entre os nossos dois povos”.

A diplomata expressou que o objectivo do projecto é de tornar o “na Casa de uma grande família que pretendemos construir na base da cultura, assente nos actos da música, dança, literatura, arte e na expressão cultural dos povos de Angola e da Zâmbia”,  manifestou Balbina da Silva.