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17/08/2013: Contribuição de Angola para facilitação do diálogo no Madagáscar abordada pelo Conselho de Ministros

Contribuição de Angola para facilitação do diálogo no Madagáscar abordada pelo Conselho de Ministros
Lilongwe (Dos enviados especiais) - O Conselho de Ministros da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC) observou, durante a sua 33ª sessão, que terminou esta madrugada, o papel positivo de Angola para facilitação do diálogo na República do Madagáscar.
Este facto foi dado a conhecer hoje, sexta-feira, em Lilongwe, pelo ministro do Planeamento, Job Graça, a jornalistas angolanos quando fazia o balanço da sessão, que decorreu de 14 a 15 do corrente, em preparação da 33ª Cimeira Ordinária dos Chefes de Estado e de Governo da SADC.
O ministro Job Graça salientou que, apesar de não terem sido abordadas com profundidade as questões de defesa e segurança, “vimos à margem que Angola tem dado uma contribuição positiva, em relação ao Madagáscar, contribuindo com cerca de um milhão de dólares para facilitar o diálogo neste país”.
De igual modo, acrescentou, felicitou-se ainda as autoridades zimbabweanas e o seu povo pelo êxito no seu processo eleitoral recente.
No quadro das decisões, os ministros decidiram ainda estabelecer, durante a sua 33ª sessão, um roteiro que levará à conclusão do estudo de revisão intercalar do Plano Indicativo Estratégico de Desenvolvimento Regional em Agosto de 2014.
“A recomendação foi no sentido de que este estudo do Plano Indicativo Estratégico de Desenvolvimento Regional seja concluído, oportunamente e, para o efeito, foi estabelecido um roteiro que deverá levar a que o mesmo seja concluído em Agosto de 2014”, argumentou.
Disse ainda que o que se pretende, essencialmente, é que haja uma análise profunda desse plano no sentido de identificar factores que possam estar a impedir o processo de integração regional, de acordo com as várias fases definidas e fazer as recomendações necessárias.
Explicou que as recomendações terão em atenção também a visão articulada pelos Chefes de Estado na capital angolana, em Luanda, também designada por “Visão 20/50 dos Chefes de Estado”.
Neste sentido, estas recomendações devem ser claras sobre o conjunto de fases de integração e a sua duração, de modo a que a região possa então integrar-se e através deste processo desenvolver-se.