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19/07/2013: Ministro da Construção considera sector um dos mais dinâmicos da economia

Ministro da Construção considera sector um dos mais dinâmicos da economia
Luanda – O ministro da Construção, Waldemar Pires Alexandre, considerou em Luanda, o sector que tutela “um dos mais dinâmicos da economia nacional e que se posiciona na vanguarda de todos os processos que promovam a coesão do país.
O governante que falava, na Feira Internacional de Luanda (FILDA), num encontro com representantes de empresas de construção que operam em Angola, realçou que o sector está empenhado na reconstrução do país, ao mesmo tempo que cria as premissas necessárias para o desenvolvimento nacional.
Segundo o ministro da Construção, é justo reconhecer o contributo das empresas construtoras que aceitaram o desafio de reabilitar infraestruturas, abrir novas estradas, construir pontes e edificar novas centralidades que muito orgulham.
“Podemos afirmar que tem valido a pena a atenção dada a este domínio da economia do país, através dos investimentos feitos pelo Executivo angolano”, frisou.
Referiu que Angola com o manancial de oportunidades que apresenta não é apenas uma boa oportunidade para se fazer negócios, mas é, igualmente, um bom laboratório de testes para as capacidades e competências das empresas que concorrem para a execução das obras.
Afirmou estar satisfeito de uma forma geral com o trabalho que tem sido feito pelas empresas de construção que operam no país, mas “não podemos deixar de chamar a atenção para alguns onde a qualidade das obras realizadas é de certa forma duvidosa”.
Existem medidas, prosseguiu o governante, e decisões, em alguns aspectos da legislação angolana, que devem também ser divulgados. Apontou como exemplo a Lei da Contratação Pública que foi alvo de emendas.
Ainda sobre o sector, disse haver um conjunto de medidas que estão a ser tomadas para padronizar o custo das obras no país, aproximando-os aos valores praticados no resto do mundo.
Waldemar Pires Alexandre disse que o Ministério da Construção está a trabalhar, também, na adequação de instrumentos dos entes que intervêm na condução das políticas do sector e num processo de elevação, cada vez mais, das exigências sobre as qualidades das obras e o rigor no cumprimento dos prazos.
O ministro da Construção disse contar com todas empresas do sector que operam no país, por se tratar de construtoras cuja fixação em Angola e pela carteira de negócios que assumem as obriga, no plano ético/moral, a uma postura mais condizente aos mais altos interesses da nação angolana.
“Por este facto as consideramos nossas parceiras e mais do que nossas contratadas”, afirmou o governante.