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31/05/2013: Comissão de economia real analisa relançamento da indústria têxtil

Comissão de economia real analisa relançamento da indústria têxtil
 
Luanda – A Comissão para a Economia Real do Conselho de Ministros dedicou hoje (quinta-feira), em Luanda, atenção ao memorando sobre o relançamento da cadeia produtiva do algodão e da indústria têxtil no país, no quadro do processo de diversificação da economia nacional.
Com efeito, a reunião orientada pelo seu coordenador, o vice-presidente da República, Manuel Vicente, concluiu que o Estado deve priorizar a conclusão da fábrica de tecidos Textang II, em Luanda, e a produção da cultura do algodão.
O ministro da Economia, Abrahão Gourgel, disse à imprensa, no final da sessão, que relativamente à Textang II as obras de reconstrução estão concluídas em 80 porcento. Quanto à produção de algodão, informou que o cultivo já decorre na comuna de Kipela, no Kwanza Sul.
Referiu que o passo seguinte, depois da reabilitação da Textang II, é restauração das unidades de produção, igualmente, de tecidos Satec e África Têxtil. A primeira na cidade do Dondo, província do Kwanza Norte, e a segunda em Benguela.
O governante sublinhou que a reabilitação das duas fábricas vai ocorrer num ritmo menos acelerado comparativamente com a velocidade de execução da Textang II, tendo em conta a limitação na oferta de matéria-prima de origem nacional (algodão).
Abrahão Gourgel salientou que a reunião, realizada na cidade Alta, decidiu sobre a criação de condições para a rápida operacionalização da fábrica de descaroçamento e fiação, em Malanje.
Em relação aos pólos de desenvolvimento industrial, prosseguiu, foi recomendado que as conclusões do estudo feito pelo Grupo Técnico de Apoio à Comissão para a Economia Real fossem tidas em conta pelo Ministério da Indústria na elaboração da estratégia de industrialização em curso.
Ao se referir às medidas de registo e licenciamento de empresas, o governante disse estar no âmbito da desburocratização do processo de constituição de empresas, realçando que a comissão aprovou as recomendações, de forma genérica, que vão ser levadas a outros fóruns colegiais.
Segundo o ministro, essas recomendações visam, sobretudo, a redução do custo da constituição da empresa e visa também a sistematização dos processos, procedimentos e a redução do custo do licenciamento de empresas.