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20/01/2013: Chefe de Estado e presidente da Comissão da UA abordam situação do continente

Chefe de Estado e presidente da Comissão da UA abordam situação do continente

Luanda  – A situação prevalecente em África dominou o encontro mantido nesta sexta-feira, em Luanda, entre o Chefe de Estado angolano, José Eduardo dos Santos, e a presidente da Comissão da União Africana (UA), Nkosazana Dlamini-Zuma.

Nkosazana Dlamini-Zuma, que chegou na manhã de hoje a capital angolana, para visita de trabalho de algumas horas, foi recebida pelo estadista angolano, no Palácio Presidencial, na Cidade Alta, com quem analisou várias
questões de interesse comum.

Em declarações à imprensa, no termo do encontro, a responsável disse ter vindo ao encontro do Presidente José Eduardo dos Santos para troca de ideias acerca dos problemas discutido, ouvir a sua opinião sobre o desempenho da União Africana, bem como o papel de Angola a nível do continente.

Segundo a interlocutora, concluíram haver necessidade de analisar-se o estado da União Africana e o que se pretende fazer, tarefa que, à seu tempo, incumbida aos ministros dos Negócios Estrangeiros dos países membros.

“Os Chefes de Estado deverão aprofundar o estudo da situação actual do continente por ocasião da celebração do 50º aniversário da União Africana, a assinalar-se em 25 de Maio, para ver de onde viemos, onde estamos e onde pretendemos chegar”, disse.

Nkosazana Dlamini-Zuma afirmou que os desafios do continente devem ser analisados a partir dos próprios países e das organizações económicas regionais, tendo apontado a estabilidade e segurança como dois factores
imprescindíveis ao desenvolvimento de África vice-versa.

Por outro lado, a resposável da União Africana valorizou o papel activo que Angola tem desempenhado, quer a nível do continente quer da organização continental.

“Durante o encontro, também analisamos a situação de Angola, que depois de um período difícil vive agora em estabilidade, paz e democracia, e está a trabalhar com vista ao seu desenvolvimento e do seu povo”, notou.

“Acho que esta é uma das lições que deve ser aprendida por outros países do continente”, concluiu a responsável de nacionalidade sul-africana.