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14/11/2012: Formação de quadros nas prioridades do Ministério da Defesa - titular da Pasta

Formação de quadros nas prioridades do Ministério da Defesa - titular da Pasta
Luanda– O ministro da Defesa Nacional, Cândido Van-Dúnem, afirmou ontem, terça-feira, em Luanda, que uma das prioridades do seu sector, para os próximos cinco anos, é a formação de quadros, tendo em conta que as
Forças Armadas Angolanas (FAA) estão a passar por um processo de modernização.
O governante revelou tal ponto de vista, durante uma entrevista colectiva, no quadro das celebrações do 11 e 12 de Novembro, respectivamente dedicados ao 37º aniversário da proclamação da Independência nacional e da constituição do Ministério da Defesa Nacional.
Argumentou que a evolução das tecnologias precisam de ser acompanhadas, sob o ponto de vista da nova dinâmica, e o seu pelouro não poderá ficar a margem do processo que está cada vez mais internacionalizado.
Para efectivação, prosseguiu, conta com parceiros estratégicos e atenta formação dos efectivos, pois sem estas premissas não se poderá conceber qualquer perspectiva de desenvolvimento, nas FAA, tendo em conta que o homem é o factor básico para o efeito.
Referiu ainda como prioridade constante do programa do Governo para o sector, durante o quinquénio, a melhoria das condições de infra-estruturas destinadas aos militares e seus descendentes.
Neste âmbito, frisou, estão previstas acções, já inscritas no Programa de Investimentos Públicos (PIP), mormente de reabilitação e construção de quartéis e unidades militares, assim como de promoção de facilidades para obtenção de habitação, condigna, aos oficiais, na base da sua remuneração.
Já no quadro internacional, particularmente nos órgãos de defesa regionais dos quais Angola é membro, disse que o País tem sabido corresponder aos compromissos, apontando organizações como as comunidades Económica dos Estados da África Central (CEEAC) e para o Desenvolvimento da África Austral (SADC).
A seu ver, todos os esforços empreendidos, a nível da comunidade internacional, têm encontrado respaldo necessário para que Angola honre os seus compromissos e se sinta em condições de continuar a honrá-los, aos
diferentes níveis.
“O País tem sabido dar lições, no bom sentido, de organização e preparação à altura, para poder corresponder as exigências dos órgãos”, opinou.