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30/10/2012: Ministro Georges Chikoti trabalha no Congo
Brazzaville - O ministro angolano das Relações Exteriores, Georges Rebelo Chikoti, encontra-se, desde a tarde de ontem, segunda-feira, em Brazzaville, em visita de trabalho à República do Congo.
O ministro angolano chefia uma comitiva integrada pela secretária de Estado da Justiça, Maria Isabel Fernandes Tormemnto dos Santos, o embaixador Joaquim de Espírito Santo, director do Departamento África, Médio-Oriente e Organizações Regionais (DAMOOR), e o director do Instituto das Comunidades angolanas no Exterior e dos Serviços Consulares (ICAESR), Francisco Correia.
No aeroporto internacional ‘’Maya-Maya’’, receberam cumprimentos de boas vindas do secretário-geral do Ministério congolês dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação (MAEC), Mamina Cyprien Silvestre, em
representação do titular do pelouro, Basile Ikouébé, e do embaixador angolano no Congo, Pedro Fernando Mavunza, bem como outros diplomatas destacados na Embaixada de Angola nesse país.
Recentemente, o ministro angolano afirmou que a situação dos angolanos em países vizinhos se inscreve nas prioridades da sua instituição.
‘Estamos a tentar ver como negociar com os países vizinhos para fazer com que o seu regresso não seja compulsivo, mas voluntário como antes’’ - dissera.
A 15 de Setembro último, o governo congolês anunciou, através de uma declaração oficial, que o estatuto de refugiados para os angolanos no Congo cessava no fim daquele mês, precisando que a medida abrangia os cidadãos que, entre 1961 (data de início da luta de libertação) e 2002 (fim do conflito interno) escolheram esse país como terra de asilo.
O ministro angolano das Relações Exteriores esteve no Congo, em Novembro passado, portador de uma mensagem do Presidente José Eduardo Dos Santos ao seu homólogo congolês, Dénis Sassou-N’Guesso.
Antes da entrega da missiva, Georges Chikoti e Basile Ikouébé, acompanhados pelas suas comitivas, tiveram, a pedido do seu colega, um encontro de trabalho, no MAEC, durante o qual passaram em revista as relações bilaterais no quadro da concertação política permanente.
Além das acções comuns sobre os sectores da defesa, segurança fronteiriça, agricultura, educação e a juventude, a parte congolesa defendeu um trabalho para encontrarem uma plataforma sobre a facilitação de vistos em
passaportes diplomáticos e de serviço e sobre a livre circulação.
Por seu lado, Georges Chikoti reafirmou o intersse de Angola também implementar o modelo de facilitação e de concessão de vistos com a República do Congo, concedendo autorização em tempo relativamente curto, tendo
em atenção a dinamica das sociedades e o interesse das pessoas verem os seus problemas resolvidos.