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14/09/2012: Agostinho Neto lega ao país um povo soberano

Agostinho Neto lega ao país um povo soberano
Luanda - O primeiro presidente da República de Angola, António Agostinho Neto, legou ao país um povo soberano, livre e independente, o qual dirigiu para a fraternidade humana, entendimento e harmonia entre as nações, apto a dar o seu contributo universal.
A consideração foi feita em Luanda, pela presidente da Fundação António Agostinho Neto (FAAN), Maria Eugénia Neto, durante uma palestra sob o lema “Honremos o legado de Agostinho Neto, fortalecendo a defesa militar do país”.
Na sua intervenção, frisou que o nome do fundador da Nação angolana é uma bandeira que flutua sobre o continente africano, apelando à juventude a desencantar dentro de si, as fontes de bondade, perseverança e entreajuda ao seu povo, para que se obtenham os objectivos preconizados.
“Agostinho Neto foi o grande herói libertário, aquele por quem se esperava. Ele aparece-nos na vanguarda como líder, seguido por todos os heróis do povo angolano, aqueles que tornaram possível esta vitória e que ficarão imortais junto ao seu chefe”, sublinhou.
Acrescentou que, Agostinho Neto é uma figura inesquecível e incontornável no seio do povo angolano, África e do mundo, tendo em conta a sua dimensão, quer seja como político, médico e poeta.
Durante a palestra, enquadrada nos festejos do 90º aniversário natalício do fundador da Nação angolana, a assinalar-se a 17 de Setembro, Maria Eugénia Neto enalteceu o desempenho das Forças Armadas Angolanas (FAA) na defesa da pátria e dos ideais dos heróis angolanos.
Assistiram à palestra, orientada pelo chefe do Estado Maior General das FAA, Geraldo Sachipengo Nunda, comandantes dos três ramos das FAA (Exército, Marinha e Força Aérea Nacional), generais, almirantes, oficiais superiores, capitães, sargentos e praças.
O 17 de Setembro “Dia do Herói Nacional” foi instituído feriado nacional em 1980, pela então Assembleia do Povo, um ano após o seu falecimento, em 10 de Setembro de 1979 na antiga União das Republicas Socialistas Soviéticas, por doença.
O reconhecimento do nacionalista e estadista deve-se também ao seu empenho na luta pela descolonização do continente africano e pela libertação de outros povos do mundo então oprimidos sob várias formas.