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11/07/2012: Ministro do Interior espera resposta mais segura e organizada da CNPC

Ministro do Interior espera resposta mais segura e organizada da CNPC
Luanda – O ministro do Interior, Sebastião Martins, disse hoje, quarta-feira, esperar da Comissão Nacional de Protecção Civil (CNPC) respostas mais seguras e organizadas, a fim de minimizar ou mitigar as inevitáveis consequências das calamidades e desastres naturais.
Sebastião Martins manifestou este desejo na abertura do seminário de capacitação das comissões provinciais de Protecção Civil, que se realiza em Luanda sob o lema “Capacitar as Estruturas de Protecção Civil para Melhorar a Eficácia na Prevenção e Resposta aos Desastres”.
O governante espera que o seminário capacite 54 formadores capazes de corresponder às expectativas e que possam, nas demais províncias, formar posteriormente outros quadros até ao final de 2012, para que se possa
atingir exitosamente os objectivos e compromissos do país.
De acordo com o governante, a partir dos trabalhos, discussões e do aprendizado se vai fortalecer a capacidade de resposta do CNPC com esforços voltados para a prevenção do risco e preparação para os desastres, agregado as boas experiências internacionais, de forma a que se tenha uma política para a protecção civil, como é desejo do país e em particular do Presidente da República, José Eduardo dos Santos.
O ministro referiu que as mudanças climáticas que estão a ocorrer no planeta têm provocado o aumento de desastres naturais, que atingem em especial às populações mais carentes, que devido ao grande crescimento urbano escolhem exactamente as localidades mais vulneráveis para a edificação das suas moradias, ficando, desta forma, cada vez expostas aos efeitos de ocorrências climatéricas criticas como enxurradas, inundações, deslizamentos de terras, incêndios, entre outros.
Sebastião Martins sublinhou que com a prevenção se economizam recursos humanos, materiais e financeiros e diminui o impacto dos acontecimentos e preserva-se vidas, que se denomina como “gestão de desastres”.
Precisamos, por isso, da efectiva actuação de todos os actores envolvidos e da acção integrada das comunidades, pois são estas que conhecem a realidade e os problemas das suas regiões”, frisou.
Participam do encontro, com duração de três dias, representantes provinciais da Comissão Nacional de Protecção Civil, das Nações Unidas, especialistas nacionais e internacionais.