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17/06/2012: Ministro da Defesa quer militares ordeiros nas eleições

Ministro da Defesa quer militares ordeiros nas eleições
Luanda - O ministro da Defesa Nacional, Cândido Pereira Van-Dúnem, exortou em Cabo Ledo, província do Bengo, os militares das Forças Armadas Angolanas (FAA) a participarem nas eleições gerais de 31 de Agosto próximo de “forma ordeira e com civismo”.
O titular da pasta da Defesa Nacional fez o pronunciamento quando discursava diante de uma parada militar que serviu de homenagem a todos efectivos das Forças Armadas Angolanas e da Polícia Nacional, integrados na
Missão de Angola na Guiné Bissau (Missang).
“Peço-vos a continuarem a cumprir todas as missões que vos sejam acometidas com dedicação, sentido de responsabilidade e profissionalismo, procurando responder aos objectivos de hoje e aos desafios do futuro, com
redobrada prontidão”, apelou o ministro.
Cândido Van-Dúnem augurou que os militares voltem às suas unidades e famílias com uma nova e vasta bagagem de experiências, adquiridas durante a missão internacional que estes acabaram de cumprir.
Agradeceu às autoridades da Guiné Conacry pelo apoio prestado à Missang, para que a sua retirada da Guiné Bissau decorre-se nas melhores condições.
Os agradecimentos do dirigente angolano foram igualmente extensivos aos estados membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), pela sua solidariedade institucional, pelo encorajamento e verticalidade.
Louvou também os pilotos e técnicos da Força Aérea Nacional, pelos esforços empreendido ao trazer de volta os efectivos das FAA e da polícia.
A Missang, num total de 249 efectivos, entre militares e polícias, estava desde Março de 2011 na Guiné-Bissau, em resultado de um protocolo assinado entre os ministros da Defesa dos dois países, complementar a um Acordo governamental, ratificado pelos respectivos parlamentos.
A missão foi interrompida pelo Executivo Angolano, na sequência da crise interna político-militar registada naquele país e que culminou na deposição do Presidente interino, Raimundo Pereira, e do primeiro-ministro, Gomes Júnior.
A cooperação técnica militar angolana previa uma ajuda ao programa de reforma das forças armadas e da polícia guineenses, consubstanciado na reparação de quartéis e esquadras, reorganização administrativa, formação
técnica e adestramento militar, bem como a formação de efectivos em instituições de ensino militar e policial em Angola