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04/06/2012: SIMINCO vai contribuir no combate à pobreza

SIMINCO vai contribuir no combate à pobreza
Luanda - O Sistema Integrado de Informação do Ministério do Comercio “Siminco”, inaugurado pelo ministro de Estado e da Coordenação Económica, Manuel Vicente, vai contribuir para o combate à pobreza, através da redução dos desperdícios e do aproveitamento racional dos recursos disponíveis.
A afirmação foi feita  em Luanda, pela ministra do Comércio, Idalina Valente, que falava no âmbito de mais um aniversário do ministério que dirige, assinalado no passado dia 3 do mês em curso.
No acto de inauguração do sistema Integrado do Miniistério do Comércio (SIMINC) a ministra disse que o instrumento tem como objectivo de base estruturar as actividades das direcções nacionais do comércio externo e interno, na sua função de fomento, supervisão e monitorização do sector.
Segundo a ministra, o comércio é um dos principais barómetros da economia angolana, pois diariamente testa-se a confiança dos operadores do mercado, o que se tornou preponderantemente imprescindível tanto na óptica de estratégia pós crise, como de implementação de política comercial do país.
Disse que o sistema surge da necessidade de criar instrumento e rever procedimentos e reforçar acções que permitam antecipar e planear as actividades económicas.
De acordo com a ministra, o Siminco ao disponibilizar a informação da actividade comercial do país, com qualidade em tempo oportuno é um instrumento inquestionável para qualquer processo de tomada de decisão para gestão de implementação de medidas estruturantes e combater, mitigar, impactos de externalidades conjunturais.
Considerou igualmente que o Siminco será um instrumento de suporte na salvaguarda dos interesses nacionais, no desenvolvimento do capital humano, no aproveitamento das infra-estruturas para desenvolver o comércio e investimento.
Segundo a ministra, todos os departamentos ministeriais terão uma via para previamente orientar a importação e a comercialização de bens, produtos específicos da sua área de intervenção.
Para Idalina Valente, por esta via, vai possível garantir a implementação de políticas sectoriais que visem a protecção dos interesses nacionais.