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10/05/2012: Chefe de Estado inaugura três hospitais municipais e complexo escolar

Chefe de Estado inaugura três hospitais municipais e complexo escolar

Luanda – Três hospitais municipais e um complexo escolar foram inaugurados em Luanda, em cerimónias orientadas pelo Presidente da República, José Eduardo dos Santos.

Os hospitais municipais de Cacuaco e do Kapalanga, em Viana, têm capacidade para 70 camas cada, e estão avaliados em 13 milhões e 700 mil dólares (o dólar cota-se em cerca de 95 Kwanzas).

Como infra-estruturas estão integradas ainda quatro casaspara médicos, área para produção de oxigénio, além de morgues.

Já a unidade sanitária da zona do Kalawenda, no Cazenga, cujo montante que orçou não foi revelado, compreende 75 lugares para internamento.

As três unidades sanitárias possuem serviços de pediatria, oftalmologia, estomatologia, endoscopia digestiva e maternidade, assim como dois blocos operatórios, laboratórios, farmácia, de esterilização, cozinha, lavandaria e incineradora.

O ministro da Saúde, José Van-Dúnem, afirmou que a construção das unidades sanitárias, ora inauguradas, enquadra-se nos esforços do Executivo de melhorar a qualidade de serviços a prestar, e aumentar a confiança
do cidadão.

Ainda no Cazenga, o Chefe de Estado inaugurou um complexo escolar, composto por uma escola do I ciclo do ensino secundário e outra do ensino primário.

Com capacidade para mil e 720 alunos, o complexo está localizado no bairro da Madeira, comuna do Tala-Hady.Possui 15 salas de aulas, um laboratório, sala de informática e quadra de jogos.

O Governo, nos últimos meses, tem trabalhado na elaboração de um programa capaz de garantir que, a cada avanço económico do país seja correspondido por um avanço ainda maior na área social.

Nesta perspectiva está direccionado todo o seu esforço, convindo reduzir a pobreza, distribuir melhor o rendimento nacional e criar novas perspectivas de vida e de trabalho para a população angolana.

A chegada da paz, em 2002, pressupunha a reconstrução de praticamente tudo, particularmente a reabilitação de infra-estruturas, sem as quais, Angola estaria eternamente condenada ao atraso e à pobreza.

Hoje, dez anos depois, a grande maioria das estruturas já foi e, ou, está a ser reabilitada, o que tem permitido a circulação de pessoas e bens, em todo o território nacional, a construção de escolas, faculdades, hospitais e postos de saúde, entre milhares de obras em curso por todo país.

Importa recordar que, no final de 2008, o mundo foi sacudido pela mais grave crise financeira dos últimos 80 anos, que obrigou o Governo a reduzir os seus investimentos e, por conseguinte, a adiar algumas metas que
havia traçado.

Agora, ao contrário do que ocorre na maioria dos outros países, a economia angolana está em plena recuperação, e, por isso, chegou a hora de inaugurar uma nova era para o desenvolvimento de Angola, que terá como
prioridade a melhoria de vida dos angolanos.