News & Announcements

01/04/2012: Circulação do Comboio experimental Huambo/Kuito representa ganho da paz

Circulação do Comboio experimental Huambo/Kuito representa ganho da paz

Huambo - O ministro dos Transportes, Augusto Tomas, reafirmou que a circulação hoje, sábado, do comboio experimental entre as cidades do Huambo e Kuito (Bié) é o reflexo da paz que os angolanos vivem há 10
anos.

Falando a imprensa, durante a viajem de comboio entre as cidades do Huambo e Bié, Augusto Tomas acrescentou que "estamos a viver um momento inesquecível e representa o reflexo do que o povo angolano vive".

O governante mostrou-se satisfeito com o nível de execução dos trabalhos que estão a ser executados de acordo com cronograma de acção e dentro dos prazos estabelecidos.

Para o ministro dos Transportes esta acção visa dar cumprimento da orientação e a estratégica do chefe de Estado e do Executivo angolano, José Eduardo dos Santos, quanto em 2011, na cidade do Huambo, disse
que "a próxima meta será Bié, depois Moxico até a fronteira".

Acrescentou que, neste momento, os trabalhos da reabilitação da linha-férrea continuam com duas brigadas, sendo uma em direcção do Kuito (Bié) ao Luena(Moxico) e outra do Luena ao Kuito.

" A circulação hoje, sábado, de comboio de forma experimental, entre as cidades do Huambo e Kuito representa a paz, a reconciliação nacional, o desenvolvimento, progresso e crescimento económico, bem como vai proporcionar emprego", asseverou.

Por seu lado, o governador do Huambo, Fernando Faustino Muteka, que viajou também de comboio, disse ser uma acção que vai proporcionar o desenvolvimento e crescimento económico das populações da região.

Indicou algumas vantagens da circulação do CFB, dentre as quais, o facto de poder facilitar o transporte mercadorias diversas, com realce para fertilizantes e instrumentos agrícolas, os quais vão permitir os
camponeses desenvolver a actividade agro-pecuária, assim com escoar os produtos produzidos para os grandes centros de consumo.

A circulação de comboio entre as cidades do Huambo e do Kuito/Bié, num troço de 202 quilómetros foi interrompida há 24 anos.