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11/06/2018: Ministro quer mais comunicação no sector da Energia e Águas

Ministro quer mais comunicação no sector da Energia e Ãguas
Luanda - A máquina de comunicação do sector da Energia e Águas deve ser mais dinâmica, com a divulgação dos avanços e reconhecer as dificuldades, declarou nesta segunda-feira, em Luanda, o ministro da Energia e Águas, João Baptista Borges.
Ao falar no seminário metodológico sobre normas de auscultação para Comunicação Pública sobre serviços de electricidade e água, o governante sublinhou que ter uma comunicação eficiente e antecipada evitará certamente a especulação e o boato.

De acordo com João Baptista Borges, falar com a verdade não torna as instituições fracas, nem significa que sejam incompetentes, mas é importante saber comunicar, estar à frente da informação, porque a falta dela é que alimenta a descrença e especulação.

Em relação aos avanços registados no sector, João Baptista Borges sublinhou haver em todo país novas centrais térmicas, hidráulicas, linhas de transporte de energia e novas regiões electrificadas no Norte, Centro e Sul do país, bem como novos sistemas de captação, tratamento, e distribuição de água potável, factos que devem ser divulgados sem receios.

Garantiu que o sector caminha para satisfação das necessidades de consumo dos principais centros urbanos.

Na visão do ministro, no mundo da comunicação do século XXI, onde as redes sociais vão tomando o espaço da imprensa tradicional, é necessário que área de comunicação e informação adapte a sua estratégia de comunicar para que a informação flua utilizando essas novas vias.

"É de se crer que, com os novos medias, sem fronteiras, de difícil controlo, em grande medida não institucionalizados e que pertencem aos participantes, estão mesmo a surgir novas formas de expressão e comunicação que têm influência nas relações sociais e nos processos de produção, reprodução, representação, construção e reconstrução da realidade e da cultura", disse.

Lembrou que actualmente se assiste à destruição, em todo o país, de infra-estruturas públicas de abastecimento de água e energia, nalguns casos por inconsciência dos seus autores e noutros, pela ganância, daí reconhecer que mais do que a pronta actuação da polícia para pôr fim às mesmas, impõe-se que a população reaja contra essas práticas.

Segundo o titular da pasta, é necessário que se incentive o pagamento do consumo de energia e água, pois a qualidade do serviço público e mesmo a sobrevivência das empresas dependem dos resultados das cobranças dos seus serviços.

Acrescentou que seria benéfico para todos que o número de cortes de energia ou água por falta de pagamento fossem reduzidos, pois eles trazem constrangimentos e custos para o prestador do serviço e para o consumidor.

Entende ser necessário ter mais espaços em outros domínios, como televisão, jornais, outdoors, cartazes e a Internet, além dos programas radiofónicos em que o sector participa.

O seminário metodológico sobre normas de auscultação para Comunicação Pública sobre serviços de electricidade e água, em que participam altos responsáveis do sector, tem como prelectores o ministro da Comunicação Social, João Melo e o secretário de Estado, Celso Malavoloneke.