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06/02/2016: Chefes dos Estados Maiores das Forças Armadas da CIRGL reúnem-se na capital

Chefes dos Estados Maiores das Forças Armadas da CIRGL reúnem-se na capital

Luanda - As chefias militares dos Estados Maiores Generais das Forças Armadas dos países da Conferência Internacional sobre a Região dos Grandes Lagos (CIRGL), reúnem-se nesta segunda-feira (08), em Luanda, com o objectivo de avaliarem a actual situação de segurança, defesa, paz e humanitária, nos respectivos países, com destaque para aqueles onde conflitos ou crises político militar continuam latentes.

O encontro, que vai decorrer até terça-feira (09), no Centro de Convenções de Talatona na capital, será presidido pelo chefe de Estado Maior General das Forças Armadas Angolanas, general de Exército, Geraldo Sahipengo Nunda, na qualidade de presidente deste órgão militar da CIRGL.

Esse encontro antecede  a Cimeira de Chefes de Estado e Governo desta organização a ter lugar dia 12 do corrente e que será igualmente antecedida de reuniões dos ministros da Defesa e das Relações Exteriores, aprazadas para os dias 10 e 11, também na cidade de Luanda.

Angola, que assume a presidência da CIRGL  desde Janeiro de 2014 num mandato de dois anos já terminado, vai nesta Cimeira de líderes ser reconduzida no mesmo cargo, consenso já manifestado pelos países que integram o órgão regional.

A Conferência Internacional sobre a Região dos Grandes Lagos (CIRGL) foi criada após os conflitos que se registaram nesta região, em 1994 e marcou o reconhecimento da sua dimensão e a necessidade de um esforço concentrado com vista a promoção da paz e do desenvolvimento.

A CIRGL é constituída por Angola, Burundi, RCA, Congo, RDC, Quénia, Uganda, Rwanda, Sudão, Sudão do Sul, Tanzânia e Zâmbia. Angola, como líder em exercício deste fórum, tem desenvolvido esforços, junto de outros países da região, com o objectivo de estabelecer pontos de diálogo para a paz e estabilidade do Burundi.

Na CIRGL a República de Angola continua a assumir os principais desafios do seu mandato de dois anos, consubstanciados na regulação da estabilidade no leste da República Democrática do Congo, nos conflitos recentes na República Centro Africana (RCA) e no Sudão do Sul.