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24/08/2015: “FILME NJINGA, RAÍNHA DE ANGOLA ESTREIA EM WASHINGTON E HONRA O NOME DO PAÍS”

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Washington - O filme angolano intitulado “NJinga, Raínha de Angola”, produzido pela Semba Comunicação, estreiou ontem, sábado dia 22 de Agosto de 2015, em Washington, D.C., no auditório do Goethe Institute, prestigiando assim o nome da República de Angola, na capital federal dos EUA.

Interpreta na longa-metragem o papel de NJinga MBandi, a actriz angolana Lesliana Pereira como protagonista no grande ecrã, fazendo ainda parte do seu elenco os actores Erica Chissapa, Ana Santos, Sílvio Nascimento, Miguel Hurst, Jaime Joaquim e Orlando Sérgio. A produção executiva do filme é de Coréon Dú, Sérgio Neto e Renato Freitas e a realização de Sérgio Graciano.

O evento, uma organização da ONG americana African Diaspora International Film Festival (ADIFF), com o apoio da Embaixada de Angola nos Estados Unidos da América, insere-se no âmbito do festival internacional de cinema da diáspora Africana que decorreu em Washington, D.C., de 21 a 23 de Agosto do corrente.

A estreia do filme angolano despertou o interesse de cidadãos americanos ligados à arte e cultura, académicos, estudantes universitários, homens de negócios, amigos de Angola, jornalistas e da comunidade residente, que lotaram por completo, o auditório do Goethe Institute, localizado no centro de Washington, e aplaudiram o filme.

A ADIFF que está em actividade durante os últimos nove anos em Washington, promove uma selecção de filmes sobre a experiência humana de pessoas, com um forte interesse para o continente e a  diáspora Africana.

Na ocasião Reinald B. Spech, Presidente da ArtMattan Productions e co-director da African Diaspora International Film Festival, parabenizou Angola pela longa-metragem e pela celebração do 40º aniversário da independência nacional.

Em representação de Agostinho Tavares, embaixador de Angola nos EUA, na sua breve alocução antes da exibição do filme, Cândido Wilson, primeiro secretário em serviço na Missão Diplomática, destacou o papel desempenhado pela guerreira na luta contra o colonialismo português no nosso país, defendendo durante 40 anos com tenacidade a independência dos reinos de Ndongo e Matamba.

“Dona Ana de Sousa ou Ngola Ana NJinga MBandi ou Raínha NJinga, foi uma raínha Ngola dos reinos do Ndongo e de Matamba, no Sudoeste de África, no século XVII. O seu título real na língua nacional Kimbundo, NGola, foi o nome utilizado pelos portugueses para denominar aquela região do nosso país”, disse o diplomata.

Prestigiaram o evento com a sua presença Maggie Johnson, membro do Conselho de Administração do Museu de Arte Africana, que pertence desde 1964 à instituição americana Smithsonian e Malik Chaka, Director de Programas do Millennium Challenge Corporation (MCC), uma agência de ajuda externa inovadora e independente dos Estados Unidos com forte apoio bipartidário, criada pelo Congresso dos EUA em Janeiro de 2004, ambas localizadas em Washington, D.C.

De recordar que NJinga MBandi, já foi considerada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), uma das 25 figuras femininas mais importantes da história de África.

No local, esteve patente ao público uma amostra de artesanato angolano, preparada pela Embaixada de Angola nos EUA, numa decoração onde prevaleceram as côres vermelho, preto e amarelo. Os participantes tiveram a oportunidade de obter dos diplomatas em missão em Washington, informações sobre a cultura e história do nosso país.

 

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