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27/11/2014: Destacada importância do plano de desenvolvimento da aquicultura

Destacada importância do plano de desenvolvimento da aquicultura

Luanda - O Plano de Acção para o Desenvolvimento da Aquicultura em Angola referente ao período 2014 a 2017, que a nível mundial é de "extrema importância, vai proporcionar o desenvolvimento sustentável desta actividade no país, destacou ontem, quarta-feira, em Luanda, a ministra das Pescas, Victória de Barros.

A titular da pasta das Pescas teceu essas considerações à imprensa, no final da 10ª sessão do Conselho de Ministros, que sob orientação do Presidente da República, José Eduardo dos Santos, aprovou na generalidade o projecto de acção para o desenvolvimento da aquicultura em Angola no período em referência.

Victória de Barros frisou que o território nacional tem condições climatéricas e qualidades de solos boas, água em quantidade e de qualidade suficientes, factores primordiais para o desenvolvimento desta actividade.

"É uma actividade que se inscreve também na orientação da política do Executivo, com vista a diversificação da nossa economia", ressaltou a governante.

Explicou que o projecto de acção da aquicultura tem duas vertentes, sendo uma delas mais virada à pequena produção, destinada a jovens que com alguma formação e incentivos do próprio Ministério das Pescas, podem tirar rendimentos para o bem-estar das suas famílias, e outra ligada ao estímulo da aquicultura comercial com a intervenção do sector privado.

"Portanto, queremos estimular a classe empresarial e as pessoas que querem iniciar um negócio para enveredarem no domínio da aquicultura e, para isso, nós temos a possibilidade de fornecer alguns incentivos a pequena produção, no caso do Centro de Aquicultura localizado na província do Cuanza Norte", informou a ministra.

Acrescentou que aos interessados no projecto (aquicultura), o seu ministério fornece aos pequenos produtores os alvinos (peixes com 15 gramas) para os proprietários fazerem o processo de engorda, bem como alimentação (ração), necessidades básicas para alavancar essa actividade.

Disse ainda que para os cidadãos interessados em fazer a aquicultura mais significativa ou de maior proporção e tenha recursos financeiros para o efeito, poderão recorrer a assistência técnica do próprio Ministério das Pescas ou então de empresas do mundo que prestam consultoria para o efeito.

A ministra deu ainda a conhecer a abertura official hoje quinta-feira nas instalações da Feira Internacional de Luanda (FIL), da primeira edição da Feira de Pesca e Aquicultura.