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09/11/2014: Angola assume presidência do Processo Kimberley

Angola assume presidência do Processo Kimberley

Guangzhou - Angola assume a presidência do Processo Kimberley no próximo dia 14 de Novembro de 2014, na cidade chinesa de Guangzhou, na reunião plenária da organização.

O ministro da Geologia e Minas, Francisco Queiróz, e o embaixador angolano  na República Popular da China, João Garcia Bires, vão assistir ao acto onde Angola estará representada por uma delegação composta por mais de 60 elementos.

Pela primeira vez na história da organização o país que assume a presidência participa na  reunião plenária com uma numerosa delegação. O facto decorre da importância que se atribui à presidência de Angola a esta organização e ao posicionamento do país no universo dos diamantes.

Para o lugar de Vice-presidente do Processo Kimberley concorrem o Dubai e a Austrália. A China e os países africanos, por um lado, apoiam o Dubai, enquanto que, por outro lado, a Europa, os Estados Unidos da América e o Canadá apoiam a Austrália.

Entretanto, devido ao ébola, países Africanos como a República Democrática do Congo e a Serra Leoa não participam desta reunião plenária. Como alternativa, a organização vai promover uma video-conferência na qual vão participar representantes daqueles dois países.

Este evento coincide com as comemorações do trigésimo nono aniversário da independência de Angola pelo que a festa dos angolanos vai se estender à China.

Por cá, os angolanos vão comemorar a data histórica com um jantar de gala, a exibição do documentário institucional "Welcome to Angola" e um concerto musical com os artistas Elias dia Kimuezo, Yola Araújo e Kiaku Kadhaf, na noite de 11 de Novembro, de acordo com o programa da Reunião Plenária do Processo Kimberley.

Guangzhou é uma cidade comercial muito bem conhecida pelos angolanos. Diariamente, entram nesta cidade dezenas de angolanos para comprar produtos e comercializá-los em Angola.

Os angolanos são muito bem-vindos a Guangzhou enquanto que outros africanos passam por um teste ao desembarcarem no aeroporto. Daí as autoridades chinesas terem vetado a participação de Países africanos que se deparam com casos de ébola.