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13/06/2014: Vice-Presidente da República exorta membros da CIRGL a maior cooperação

Vice-Presidente da República exorta membros da CIRGL a maior cooperação

Luanda - O Vice-Presidente da República de Angola, Manuel Domingos Vicente, exortou hoje, sexta-feira, em Luanda aos representantes de todos os estados membros da Conferência Internacional sobre a Região dos Grandes Lagos (CIRGL) a cooperarem de forma activa na implementação de políticas e estratégias requeridas à prossecução de tão honrosa missão.

O vice-presidente falava, em representação do Chefe de Estado Angolano, José Eduardo dos Santos, na cerimónia de abertura da reunião de ministros da Defesa da CIRGL, iniciada hoje na capital e que deverá terminar ao fim da tarde.

"Angola reconhece o desempenho da presidência cessante deste comité (Uganda), razão por que encorajo a actual presidência (Angola) a prosseguir o trabalho desenvolvido até aqui, de modo a que se continue a somar mais êxitos", destacou.

Neste sentido, prosseguiu Manuel Vicente "importa referir-se a necessidade de se implementar o programa de acção da nossa organização (CIRGL)".

Os ministros da Defesa dos estados membros da Conferência Internacional sobre a Região dos Grandes Lagos vão analisar aspectos ligados à situação de defesa e segurança existente actualmente nos estados membros, onde em alguns países persistem conflitos armados, no caso da República Centro-Africana.

A reunião congrega os ministros dos 12 países membros, que são Angola, Burundi, República Centro-Africana (RCA), República do Congo, República Democrática do Congo (RDC), Quénia, Uganda, Rwanda, Sudão, Sudão do Sul, Tanzânia e Zâmbia.

A República de Angola, na pessoa do seu Presidente, José Eduardo dos Santos, assume por dois anos a presidência rotativa da CIRGL, cujo mandato iniciou em Janeiro deste ano e que tudo tem feito para a resolução destes conflitos latentes.

A CIRGL foi criada após os conflitos políticos que marcaram a região dos Grandes Lagos, em 1994, cujo resultado marcou o reconhecimento da sua dimensão e a necessidade de um esforço concentrado com vista à promoção da paz e do desenvolvimento na região.