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09/04/2014: ANIP quer aumento dos níveis de investimento brasileiro no país

ANIP quer aumento dos níveis de investimento brasileiro no país

Brasília (Do enviado especial) - A presidente do conselho de administração da Agencia Nacional de Investimento Privado (ANIP), Maria Luísa Abrandes, afirmou terça-feira, em Brasília, que desde 2012 a 2013 que não ouve investimento brasileiro em Angola.

"O investimento brasileiro ainda é considerado insipiente desde 2012 a 2013, mas ficamos muito felize pelo facto do  director do Banco Nacional de Desenvolvimento Económico e Social do Brasil (BNDES) ter anunciado que, além da exportação, também  haverá  investimento e produção em  Angola", disse  Maria  Luísa  Abrantes quando apresentava as  vantagens de  investir  em  Angola no  seminário Internacional sobre "Mais  informação de Angola  no Brasil e oportunidades de Negócios".

Maria Abrantes explicou as vantagens de investir em Angola, onde, entre outros programa, o Executivo criou o  Angola  Investe  para  apoiar  micro, pequenas  e medias  empresas com  financiamentos  abonados,  além  de  ter  destacado  as reservas  internacionais  que estão  em US 33,4  mil  milhões,  um  valor  acima  dos 30  milhões  recomendados  pelo "FMI", ajudando  a estabilizar  a taxa de  inflação  da moeda  de  Angola , o Kwanza.

Não obstante a estes projectos, realçou também os programas ocorridos de 2002 a 2012, que consistiram na  reabilitação e construção  de novas infra-estruturas, desde  aeroportos,  barragens  hidrolectricas,  milhares de  quilómetros de estrada e vias  férreas.

A modernização  e aumento  da produção  agrícola,  criação de postos  de trabalho, através  da implementação  de novas industrias,  boa rede de hospitais  e clinicas, um sistema  financeiro  forte,  foram outros  pontos   que Angola  necessita de uma  intervenção, segundo a resonsável.

Referiu que terão  tratamento  favorável da ANIP, os investidores  que apostarem  nas infra-estruturas, industria, transporte, ago-pecuária, energia e  águas,  telecomunicações,  pescas  e barcos de  redes,  parques  industriais  e  zonas económicas  especiais, educação e  saúde, hotelaria e turismo.

Participam no encontro responsáveis angolanos e brasileiros ligados aos sectores de industria, planeamento, finanças, comercio externo, Turismo e a comunicação social, corpo diplomático acreditado neste país da América Latina.