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04/04/2014: Presidente da República distinguido com medalha do Movimento Espontâneo

Presidente da República distinguido com medalha do Movimento Espontâneo

Luanda - O Movimento Nacional Espontâneo (MNE) institucionalizou nesta (quinta-feira) a medalha " José Eduardo dos Santos", que será atribuída as individualidades nacionais que se destacam no cumprimento dos seus deveres e na defesa dos mais nobres ideais do povo angolano.

 

A primeira medalha foi outorgada ao Presidente da República, José Eduardo dos Santos, por reconhecer-se nele um proeminente autor da tolerância e da fraternidade, incansável defensor da democracia e um abnegado lutador pela paz e pelos direitos, liberdades e garantias fundamentais dos cidadãos.

A cerimónia decorreu no Centro de Conferências de Belas, em Luanda, local onde o presidente do movimento, Justino Fernandes, entregou a medalha ao ministro de Estado e chefe da Casa Militar do Presidente da República, Hélder Vieira Dias "Kopelipa", em representação do estadista angolano.

A medalha atribuída é banhada a ouro, de 24 quilates, pesa 320 gramas, tem 90 milímetros de diâmetro e cinco milímetros de espessura.

O centro de Belas acolheu a campanha de exaltação e divulgação dos feitos do patrono do Movimento Nacional Espontâneo, José Eduardo dos Santos, que tem como objectivo transmitir o pensamento político para a melhoria da vida dos angolanos e incutir sistematicamente na consciência dos jovens a cultura da paz, da tolerância, do amor ao próximo, do respeito mútuo e da solidariedade.

O mesmo abarcou quatro temas, concretamente "o papel do Presidente José Eduardo dos Santos na conquista da paz, na preservação da unidade nacional e na resolução pacífica de conflitos em África", "paz uma conquista de todos os angolanos", "juventude força motriz da sociedade" e o "combate à pobreza e inclusão social".

Ao intervir na exaltação em representação do MNE, Fátima Jardim destacou o pensamento estratégico e sempre actualizado do patrono da Fundação, José Eduardo dos Santos.

"Angola é hoje um estado democrático e de direito, cujos direitos fundamentais estão consagrados na Constituição da República de 2010", disse ao falar da intervenção do líder angolano no processo de reconstrução e desenvolvimento do país.

A actividade foi presenciada por membros do Executivo, de partidos políticos, deputados à Assembleia Nacional, entidades religiosas, entre outros, e decorreu sob o lema "Angola: o país da paz, da democracia, da fraternidade e da tolerância".