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04/12/2013: Ministro das Relações Exteriores seguiu para Cimeira de Paris

Ministro das Relações Exteriores seguiu para Cimeira de Paris

Luanda - O Ministro das Relações Exteriores, Georges Rebelo Chikoti, deixou Luanda com destino a Paris para, em representação do Chefe de Estado angolano, José Eduardo dos Santos, participar na Cimeira sobre paz e segurança em África, a ter lugar nos dias 06 e 07 do presente.

Em declarações à Angop, no Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, o chefe da diplomacia angolana adiantou que o Presidente francês, François Hollande, pretende com a organização deste evento, reflectir com os países africanos, uma forma de pôr fim a alguns conflitos que o continente atravessa.

“A França foi um parceiro importante da União Africana (UA) no conflito do Mali e também, agora, ela pretende ajudar no respeitante ao conflito na República Centro Africana”, afirmou.

Segundo o ministro, o facto de terem sido convidados todos os países africanos, vai permitir que a declaração final a ser produzida por esta Cimeira, deverá puder corresponder aos interesses de todos.

“No referente ao conflito na República Centro Africana, a França já está a mobilizar homens, para a ajudarem na contenção da degradação da situação, mas eventualmente vai ser necessário maior mobilização para haver uma força internacional”, considerou.

Para Georges Chicoty, a situação deve ser devidamente estudada, “primeiro tem que se definir o mandato das Nações Unidas e com a participação da União Africana, ver quais os países que podem mobilizar forças para participar nesta unidade”.

O encontro tem agendado para o dia 06 a reunião de Ministros, que se vai debruçar sobre as "ameaças transversais" a África, nomeadamente, o terrorismo, pirataria, fronteiras porosas ou tráficos, bem como a criação de uma força de intervenção rápida, devendo produzir uma declaração.

Dia 07, os Chefes de Estado e de governo examinarão o documento produzido para encontro de Ministros, fazendo sair a declaração final.

Estarão presentes ao evento, além de 41 Chefes de Estado africanos ou seus representantes, o Secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, a presidente da Comissão da União Africana (UA), Nkosazana Dlamini-Zuma, assim como os dirigentes europeus, Herman Van Rompuy e José Manuel Durão Barroso.